sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010


Púrpura Produções apresenta:

Núcleo Atmosfera de Dança-Teatro em

"60'Safira no Casarão das Ilusões"

Centro de Artes Cênicas do Maranhão CACEM (Rua Santo Antônio, n° 116, próximo a fonte do Ribeirão)


Data: 01 a 05 de março às 20h.
Ingressos: 5 reais (valor único).
Reservas: 8701-0587 / 8807-3848 / 8803-1052

Sinopse:
O espetáculo representa uma teia de anseios e impressões ligadas à degradação dos casarões históricos de São Luís, revisitados por corpos em contato com toda sua estrutura: mirantes, janelas, escadarias, chão, paredes, atmosfera... corpos que escrevem a história de Safira, uma meretriz que viveu na década de 60, nos “Anos Dourados e Rebeldes”, época marcada pela Ditadura Militar, pelos movimentos revolucionários a favor das mulheres, negros e homossexuais e pela liberdade de expressão embalada pelos vinis de Elvis Presley e da Jovem Guarda. O casarão colonial é o palco-cabaré de Safira onde todas as ilusões se confundem com a realidade. Azul, púrpura, dourada, rósea... O que dá cor à Safira são suas impurezas.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Registro de Sensações do Processo As Mulheres de Shakespeare


Relatório de Aula (Terça-feira, 28/11/2006)

Na verdade não é um relatório, talvez nem algo que chegue perto de ser parecido. É sim, um registro de sensações, um espaço de reflexões.
O início da aula, com aquecimento e alongamento bastante puxados e ditados por Leônidas, serve sempre de base para uma melhor atuação nos ensaios, até porque sem "estica e puxa" nosso corpo jamais faria tudo o que nos é exigido nos espetáculos. E já que estou falando em primeira pessoa, devo dizer que o meu corpo dói, dói muito e às vezes parece que vai partir no meio, mas é uma dor que não sinto mais nem ao final dos ensaios, e muito menos ao fim de casa espetáculo.
Quando a primeira parte da coreografia do fragmento de "Desdêmona" (que apelidamos carinhosamente de coreografia do pote) pode parecer frescura, mas não a sinto. Não sinto Desdêmona chegando perto de mim, se apossando do meu corpo, não sinto a música... Já tentei, mas não obtive sucesso algum. Acho melhor deixar para as meninas que a sentem mesmo, visto a plenitude e a beleza dessa coreografia, não quero atrapalhar. Nesse último ensaio eu ia para um lado, a música para o outro, as meninas para outro e quando eu olhava para trás e via a elegância de algumas das "Desdêmonas" que estavam em sintonia e sincronia não tive mais dúvidas, falei para mim mesma "sai daí garota".
Mas a segunda parte... Ah a segunda parte. Nesta sim, posso sentir Desdêmona possui meu corpo e minha alma, sob um prisma de mulher sofredora, calada, quieta e injustiçada, afinal todas as mulheres por mais fortes que sejam têm seu dia (ou seus dias) de Desdêmona, algumas inclusive chegam a morrer com ela. Mas não é a única e exclusivamente por isso que a sinto.
A música, o ritmo, a coreografia em si. O meu corpo aceitou movimento por movimento, parece até uma dança pessoal, parece que fui eu quem criou especialmente para se adaptar ao meu corpo... Queria falar mais, mas tenho que ir embora, a minha garganta tá muito, muito, muito inflamada mesmo.






Registro de Sensações do Processo As Mulheres de Shakespeare


São Luís, 12 de Janeiro de 2007.

Em uma das etapas finais do espetáculo Mulheres de Shakespeare, o Grupo Atmosfera continua mexendo com o que há de íntimo em todas mulheres.
Fragmentando o espetáculo, chegamos a Lady Macbeth. Uma mulher ambiciosa em seus ideais não havendo obstáculo para a mesma.
A partir desde estereótipo, criamos movimentos ímpares, pessoais, que trabalhados em conjunto se transformou em uma bela sincronia e dança.
O sangue, símbolo da vida, agora foi transformado em símbolo de força, da mulher. Sangue este derramado pelas mãos de Lady Macbeth, por nossas mãos, que agoniadamente tentamos retirá-lo a todo custo, uns com exaustão, outros com persistência, e afogando-nos em nossas próprias ações, ao som de murmúrios, lamentações. Baldes e lenços se transformaram em objetos exploratórios em busca de uma Lady má, provocadora, mascarada, manipuladora, louca e paradoxalmente boa, amiga, mãe. Foi uma das melhores e maiores criações de nosso grupo, com sons, movimentos... Enfim, uma gostosa brincadeira, remetendo a uma ideia de competição, reunião de mulheres de mesmo caráter, mas de comportamento diferentes.
Somos Ladys Macbeth (Dêda, Odara, Edna, Luciana, Rosa, Thatielle, Aline, Camila), como só o Grupo Atmosfera têm.





Registro de Sensações do Processo As Mulheres de Shakespeare


São Luís, 12 de Dezembro de 2006.

Olá! Olha eu aqui novamente... Não gosto de falar sobre sensações, mas minha sensatez convida-me a fazê-lo.
Pois bem. A aula foi maravilhosa! Relembramos algumas coreografias, fizemos exercícios... Exercícios pra correção de postura, e outros dramáticos.
Gostei da aura imaginativa que pousou nos "atmosféricos", hoje! O exercício da camisa foi muito criativo.
Tiveram mimos, roupas sujas, indelicadezas, dores... Diversas dores! Inclusive, dor de barriga!
Entre risos e decepções, houve afago, canção de ninar, palmas... Muitas palmas. No mais, aprendi bastante! Pois, todos os dias vivemos, aprendemos e descobrimos pessoas. Sim, nunca sabemos o que de fato, cada um carrega dentro de si! A monotonia externa, engana nossos olhos que permanecem embaçados.
No entanto, percebo que as minhas vendas caem, aos poucos, pois a energia que circunda esse grupo é fortificante! Estou bem, agora. Perigosamente melancólica. Lutando com As Mulheres de Shakespeare... Desvendando meus medos e encarando-os de frente.
É isso. Obrigada.

P.S.: Isso não é um relatório. Escrevi o que meu coração pedia, só!


Registro de Sensações do Processo As Mulheres de Shakespeare


São Luís, 06 de Dezembro de 2006.

Estamos no mês 12, em mais um fragmento da peça Mulheres de Shakespeare. Embora tenha havido alguns contratempos e perdas.
O tempo parece ter diminuído, o dia encurtou, e é difícil cumprir os horários propostos. Há mil e uma coisas a serem feitas ao mesmo tempo, mas continuo dando prioridade ao grupo.
Ainda estou tentando conciliar as duas faculdades, a natação, o teatro... Mas não estou arrependida mesmo que haja cansaço.
Quanto ao fragmento, o de Desdêmona, eu tive uma afinidade. Afinidade ao que diz respeito ao "ciúme". Sou literalmente possessiva e enciumada com todos que eu gosto e tenho cuidado. Acredito que a resposta por meu comportamento e tantos outros enciumados venha ser o medo de perda da pessoa que se gosta. Um medo tão grande que chega a machucar quem a gente gosta, é excessivo. Dá vontade de proteger de tudo e de todos. Sufoca.
Coincidentemente eu estou passando por este momento, medo de perder alguém que amo e não quero deixá-la ir. Acho que posso contar isto para vocês: não se trata de namorado, ido... Nem nada. Mas da minha irmã, que eu a tenho como mãe. Ela já é bem mais experiente que eu, tem uma filha e um divórcio que a machucou muito. Porém como já se é provável, depois de anos, ela encontrou um parceiro, que eu odeio (detalhe), e não é o melhor, nem a pessoa certa. Resumindo: Tudo isso gerou um conflito entre nós. O mais importante nós sabemos, eu a amo e vice-versa.
Mudando de assunto, quero falar um pouco sobre Fernandinha, estou sentindo muito sua falta nos ensaios... E na própria UFMA, onde a gente se encontrava sempre nos corredores. Adoro essa guria.
Ah! Só pra finalizar!!!!
Ivaldo é o meu mais novo "fofo". Este pequeno é muito engraçado, extrovertido.. É tudo!!! Quando o conheci, achei que ele era meio estranho, chatinho, fechado. Depois, pronto! A gente conhece a fundo quem ele é!
Só...!!!





quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Registro de Sensações do Processo As Mulheres de Shakespeare


São Luís, 05 de Dezembro de 2006.

Hoje, depois de várias semanas volto ao processo. Foi bom eu ter sido sorteada porque tenho muitos desabafos a fazer.
Hoje fizemos um breve alongamento/aquecimento com enfoque nas pernas e um exercício para "Desdêmona": o exercício da morte. Nele tínhamos que comunicar com o nosso corpo o que significa a morte. Eu e Camila aprimoramos partituras feitas antes, eu há meses e ela ontem. Todas as outras fizeram suas novas construções. Esta é a terceira vez que este exercício é feito. A primeira foi a mais rica, diversificada. A segunda, ontem, eu não sei e a de hoje foi um pouco aleatória, foi difícil ver seus reais significados.
Depois de um intervalo de 10 minutos, voltamos para passar as coreografias prontas e eu fui sorteada para fazer este relatório.
Não foi um dos melhores ensaios/aulas para mim, estou meio "depressiva", na verdade desanimada. As coisas não estão muito fáceis pra mim, nenhum problema sério, mas talvez tenha que fazer escolhas. Por conta disso não produzi o quanto poderia. Complementei minha partitura mas poderia ter feito algo melhor mas a morte pra mim, hoje, não é mais só aquilo que eu pensava, mas isto é outra história.
Quanto ao processo, ele anda realmente devagar. Os motivos são vários mas agora temos que achar a solução. Mas algo que pode ser corrigido é a dispersão que é grande. E talvez os atrasos e faltas. Eu nem me sinto no direito de falar de faltas porque eu tive que falta (e não foi pouco) mas que atrapalha o processo, atrapalha. Mas as brincadeiras no meio do processo, é ser antiprofissional.
Gosto do trabalho do Atmosfera, da metodologia, da temática, mas sinto falta do processo avançar isto me deixa triste demais. Por vezes pensei eu abandonar mas não o faço porque sei do comprometimento (de Leônidas) com tudo e todos.
Talvez falte puxões de orelha em algumas pessoas e diretrizes sobre como ser um bom profissional, para outras. E saber quem está realmente comprometido com a coisa toda.
Vamos conseguir custe o que custar. Pelo menos temos dinheiro para produzir o espetáculo, encontrar as pessoas certas dentre todas deve ser mais fácil. Espero.
Tá tudo muito bem, muito bom, mas findarei este relato porque já tá bom. Foi mal, acho que registrei pouca coisa do processo, mas é assim mesmo.
Tenho fé que tudo vai acabar bem!

Odara

Registro de Sensações do Processo As Mulheres de Shakespeare



Quando sinto-me mulher?
Quando sou mulher?

Às vezes penso que rotineiramente e em constante ritmo vivo em mundos, percebo que estes dividem-se em traduções, em "issos" que a sociedade intitula por maturidade e futilidade. Nasci menina e a menina sempre existirá no meu ser incerto. Sou mulher, feminista e "mal criada", espalhafatosa e tímida, sonhadora e ousada. Quando busco algo, um sonho possível, persigo este objetivo com unhas bem afiadas, sou feroz no que eu quero.
Sou mulher quando faço o que preciso fazer, quando mostro meus ideais, ideias e complexos. Curso o que realmente quero. Não sou mulher só quando a parede uterina descama ou numa noite enamorada. Sou mulher porque não sou um sexo frágil, tenho vigor e no fundo estou séria e nua na realidade. O que configura muitas das vezes este quadro-mulher é o lado emocional; paixões. Sou mulher quando entrego-me totalmente a uma paixão. A própria Marisa Monte coloca isto em música: ... "Chega pra envolver, envolver querer, meu amor ... Todo vício, alto de altar."
Sou mulher quando sou feminista e feminina.
Sou mulher quando giro, dou a volta e capricho, sumo em um leve e traz de surpresas ritualísticas.
Finalizo com os versos de uma mulher como eu, Florbela d'Alma da Conceição Espanca, poetisa e complexa, possui uma temática da despersonalização similar a de Mário de Sá-Carneiro. Recordo-me de versos dele, como: "Eu não sou eu nem sou o outro sou qualquer coisa de intermédio."


EU
Eu sou a que no mundo anda perdida
Eu sou a que na vida não tem norte
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada... A dolorida

Sombra de névoa tênue e esvaecida
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!

Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chama triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber porquê...

Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver
E que nunca na vida me encontrou!


OS VERSOS QUE TE FIZ
Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que a minha boca tem pra te dizer
São talhados em mármore de Paros
Cinzelados por mim pra te oferecer.

Têm dolência de veludos caros,
São como sedas pálidas a arder...
Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que foram feitos pra te endoidecer!

Mas, meu Amor, eu não te digo ainda...
Que a boca da mulher é sempre linda
Se dentro guarda um verso que não diz!

Amo-te tanto! E nunca te beijei...
E nesse beijo, Amor, que eu não te dei
Quardo os versos mais lindo que te fiz!



É mulher e menina. É Sol e Lua. É estrela, um dia morrerá como todas as estrelas morrem um dia; enquanto não chega a hora, ela vive e ama intensamente como se fosse livre e envolvente.


São Luís 2006.

Registro de Sensações do Processo As Mulheres de Shakespeare

Registro de Sensações do Processo As Mulheres de Shakespeare


São Luís, 27 de fevereiro de 2007.


Bem... O que direi? O Atmosfera está crescendo. Agora, estamos em "processo" do desconhecido. Já falei disso antes... Os corpos dos meus caros amigos emitem desejos, sensações diversas... Uma mistura de sentidos avulsos, mas conectados. Nada é solto. O percurso desses exercícios, cada vez mais, é surpreendente! (Caramba! Parece até as aulas de Maurício!).
E, no meio de tantas metáforas esse "negócio" ganha novos ingredientes, novos impulsos, novos acentos, novos sentimentos... Esse "negócio" ficará belo, inusitado, envolvente, angustiante, instigante. Será mais um relato do universo incompreendido, que carregamos dentro de nós. Afinal, cada ser que vibra, pondera, respira, chora, enlouquece, não dá muita atenção as coisas mornas e ingênuas que se apresentam em forma de prece... Pois ao abrir os olhos, a luz pode cegar. Por isso, é mais fácil deixar de lado os sinais que assolam o espírito humano. E seguimos bestificados, quando nos deparamos com a "incompreensão" dos fatos.
Pois é... Mais uma vez, o Grupo Atmosfera surpreendeu-me! Mesmo não contribuindo com as "colagens" desse processo, fico encantada e orgulhosa de participar dessa energia ímpar e desconhecida... Ela me faz tão bem! O Atmosfera possua uma atmosfera sem igual. Isso, ninguém roubará.


terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Registro de Sensações do Processo As Mulheres de Shakespeare


São Luís, de fevereiro de 2007.


A descoberta do desconhecido

"Ser incompleto não é ser inferior. É
ser o que se é, e o que sempre se
será. Assumir nossa própria incomple-
tude é não precisar representar
completude e morrer de medo de
que descubram. É poder abrir
espaço para desejar a completude
transitória de um encontro, de uma
realização, de um prazer, sabendo
que a incompletude permanece, não
como prejuízo, mas como pano de
fundo que permite o nosso lucro
eventual no processo de construção."
(Francisco Daudt da Veiga).


Para que tantas interrogações? As coisas fluem... Seguem seu rumo, escorrem pelas mãos... Vai num impulso flamejante, sem explicação.
Que importa se as forças são contraditórias ou inexatas? Tudo irá assumir seus contornos flácidos, no devido tempo... É bom esperar.
Esperar que a ação traga bons frutos. Colher as foices martirizadas desse sepulcro que se chama "inusitado".
Para que tantas interrogações? Deixa o tempo guiar os passos lentos. Deixa a maré levar as rebentas desprovidos de desejo, sem restrições.
Deixa o corpo falar... Faz, sem perguntar. Afinal, para que tantas interrogações? A descoberta do desconhecido dá-se através dos sentidos. Impulsiona, angustia, sustenta o equívoco... E mais nada!


Harmonia
Harmonia
Harmonia
Harmonia Harmonia
Harmonia



Registro de Sensações do Processo As Mulheres de Shakespeare


São Luís, 10 de Janeiro de 2007.

É mais um dia com Maurício Motta, em uma oficina que ele chama de "Criação Coletiva". Algumas meninas se atrasaram, mas a aula começou cedo mais uma vez. E mais uma vez com a sala lotada.
Hoje não teve bate papo, e ele começou com um alongamento leve, casando os movimentos e os repetindo constantemente até todos conseguirem fazê-lo. Ainda não teve barra, talvez hoje ele não se foque muito no clássico.
Ai que lindo... Música indiana para os exercícios, gosto quando tem nas aulas de Léo também.
Houve uma pequena repetição do primeiro movimento... Ou primeira "coreografia" de ontem. Agora um exercício engraçado, contrair o ânus... Andar com o ânus contraído ativa todo o centro do nosso corpo. Outro exercício, um "vai e vem" segurando nos braços de outra pessoa e outro "vai e vem" segurando nos ombros, mas dessa vez de frente e olho no olho.
Poxa, tô cansada só de ver. Parece que eu que tô fazendo essa força toda.
Agora uns exercícios de preparação de ator. Andar... Congelar, andar... Congelar. Pular... Congelar... Andar em câmera lenta... Andar normalmente. Tudo isso sob comando como palmas e voz.
Movimento de cai e levanta...
Vingi! Agora vai acelerar o troço.
Um jogo de "criador e criatura". Dividido em 3 grupos, cada um com 5 pessoas fazendo exercícios como meio que desconstrução do corpo do "escolhido" de cada grupo. Tal desconstrução culminará em uma mini coreografia, com todos do grupo fazendo.
Esse exercício tem uma apresentação final com música.
"Quando se aplaude no meio da improvisação se acaba com a energia..." (Maurício Motta)
Agora o mesmo exercício, com outra música. E muito DOIDA, diga-se de passagem. E outra música... Tão doida quanto a outra.
Dicas sobre foco... quando muda o foco a intensidade muda, ganha outro significado.
Último exercício: escolha uma das frases faladas por Maurício e trabalhar um movimento, ou uma série de movimentos, em cima delas.
E hoje acabou com a apresentação do resultado desse exercício, e uma leitura (pequena) sobre o surrealismo.