quarta-feira, 31 de março de 2010

Registro de Sensações do Processo As Mulheres de Shakespeare


A aula hoje começou com meia hora de atraso, mas com o número suficiente para começar a reunião onde falamos de disciplina que está faltando para o espetáculo, de sonhar junto e acreditar nesse sonho.
Começamos com um alongamento que particularmente é um dos que me agradam mais, pois além de nos alongarmos, aprendemos a respirar e com isso tentamos chegar ao equilíbrio do corpo e mente. Mas claro que para se chegar a esse equilíbrio temos que trabalhar mais e acreditar mais, se entregar mais, sentir a energia que o exercício proporciona. Lembrando que são utilizadas técnicas orientais.
E finalmente começamos o ensaio, primeiro com a coreografia do pote, com apenas cinco meninas e depois com todas que estavam dispostas a aprender a coreografia, ensaiamos até que conseguimos fazê-la com a marcação certa.
Final de tarefa e mais um dia se encerra, mais um dia de ensaio, de crescimento e de evolução. Termino o relatório com o que ficou em minha cabeça a tarde toda, temos que acreditar mais e sonhar mais para que esse sonho, esse espetáculo se realize. Tudo depende de nós, é só acreditar!


Fique na paz de Jah sempre!
Muita luz.
Namaste!

Vam!

domingo, 21 de março de 2010

V Semana do Teatro

As Cores de Frida às 21h no Teatro Arthur Azevedo no dia 24 de março.

Sinopse:
Nesta proposta de montagem, a pesquisa sobre a Dança-Teatro alemã contextualiza-se às releituras de pinturas, cartas, tintas e esquadros da pintora mexicana Frida Kahlo (1907-1954) uma revolucionária artística, sexual, política, social que agonizou em suas telas a constante degradação de seu corpo durante sua vida.

60'Safira no Casarão das Ilusões às 20h no Centro de Artes Cênicas do Maranhão no dia 25 de março.

Sinopse:
O espetáculo representa uma teia de anseios e impressões ligadas à degradação dos casarões históricos de São Luís, revisitados por corpos em contato com toda sua estrutura: mirantes, janelas, escadarias, chão, paredes, atmosfera... corpos que escrevem a história de Safira, uma meretriz que viveu na década de 60, nos “Anos Dourados e Rebeldes”, época marcada pela Ditadura Militar, pelos movimentos revolucionários
a favor das mulheres, negros e homossexuais e pela liberdade de expressão embalada pelos vinis de Elvis Presley e da Jovem Guarda. O casarão colonial é o palco-cabaré de Safira onde todas as ilusões se confundem com a realidade. Azul, púrpura, dourada, rósea... O que dá cor à Safira são suas impurezas.